Cancro do cólon

Dr. José Luis Hernández Lizoáin, especialista en cirugía general de la Clínica Universidad de Navarra

diagnóstico e tratamento do cancro do cólon.

O cancro do cólon é o terceiro tipo de cancro mais frequente. No entanto, é susceptível de cura em 90% dos casos quando diagnosticado de forma precoce.

Para esse diagnóstico precoce, existem diferentes provas. A Clínica conta com a última tecnologia diagnóstica para poder detectá-lo, mesmo de forma não invasiva mediante uma cápsula endoscópica para pacientes mais delicados.

Para tratar com sucesso um cancro do cólon não é importante apenas a rapidez do diagnóstico, mas também a agilidade para estabelecer o tratamento certo. É por isso que os médicos trabalham em equipas multidisciplinares, na procura de oferecer uma solução rápida e eficaz para cada caso.

Contamos com uma ampla experiência e ótimos resultados no tratamento do cancro colorrectal. Na Clínica a doença é controlada em 98% dos pacientes, com uma supervivência global de 90%.

A Clínica conta com uma Unidade de Prevenção e Consulta de Alto Risco de Tumores Digestivos [ES] com o objetivo de determinar em familiares de pacientes a possibilidade de contrair uma doença tumoral mediante a aplicação de um teste genético e, quando for o caso, procurar para eles o acompanhamento adequado para evitar a doença.

O cancro do cólon é o tipo de cancro mais frequente na Espanha. No entanto, quando detectado a tempo, é suscetível de cura em 90% dos casos.

O tratamento multidisciplinar do cancro colorrectal oferece grandes benefícios para o paciente, pois torna possível providenciar um tratamento melhor e mais rápido para o seu caso".

Para fazer um diagnóstico de cancro colorrectal é necessário visualizar diretamente o cólon para avaliar a existência de lesões e, se for o caso, tomar uma amostra para análise:

Outros exames que podem ser realizados para conhecer se a doença se propagou incluem:

Tratamento cirúrgico: extirpação do tumor por via convencional ou laparoscópica

A cirurgia objetiva extirpar:

  • O tumor, com margens suficientemente amplas
  • Os principais vasos arteriais e venosos que nutrem o segmento intestinal onde está localizado o tumor
  • Os gânglios linfáticos regionais

A resecção pode ser realizada por via convencional ou por cirurgia laparoscópica, com uma incisão menor e um pós-operatório mais rápido.

Tipos de cirurgia:

  • Hemicolectomia direita (tumor no cego ou no cólon ascendente)
  • Hemicolectomia esquerda (tumor no cólon descendente ou sigma)
  • Colectomias segmentárias (tumores no cólon transverso ou ângulo esplénico)

Uma vez extraído o tumor, ele é analisado no Departamento de Anatomia Patológica. Dependendo das características do tumor pode ser necessário administrar tratamento com quimioterapia e/ou radioterapia como complemento da cirurgia.

Tumor com metastização

Quando o cancro do cólon se propaga, uma das zonas onde a metastização se origina com mais frequência é no fígado. O objetivo do tratamento é a resecção cirúrgica das metastizações hepáticas e do tumor primário, sendo que isso aumenta a supervivência do paciente.

Se as metastizações não forem operáveis, tem outros tipos de tratamento para controlar a doença:

  • Quimioterapia combinada com novas terapias biológicas, segundo a expressão molecular do tumor.
  • Quimioterapia intra-arterial para atingir de modo mais seletivo os focos de doença metastásica. Consegue uma maior concentração do fármaco sem aumentar a toxicidade, favorecendo uma maior resposta.
  • Radioembolização de metastizaçoes hepáticas com esferas de Ytrio. Permite consolidar as lesões hepáticas após a quimioterapia que não são suscetíveis de extirpação cirúrgica. > Leia mais sobre a radioembolização

O objetivo é administrar uma combinação de fármacos que consiga o melhor balanço entre tolerância e controlo da doença, de acordo com as características de cada paciente.

Sempre que possível se faz uma cirurgia conservadora em todos os casos.

O tratamento do cancro do recto sem metastização à distância trata-se da extração do recto afetado. Ás vezes, segundo o estádio do tumor, é necessária radioterapia e quimioterapia pré-operatória.

Há três tipos de cirurgia para essa patologia:

  1. Resecção anterior do recto. Em tumores do recto alto é possível preservar o trecho final do recto. Se o tumor for mais baixo, extirpar-se-á todo o recto, fazendo uma sutura do cólon ao ânus (anastomose coloanal).
  2. Amputação abdominoperineal. Quando o tumor estiver muito perto do ânus ou quando se infiltrar no esfíncter anal, todo o recto e o canal anal se ressecam. O cólon se exterioriza pela parede abdominal mediante colostomia permanente.
  3. Cirurgia transanal e TEM (microcirurgia transanal endoscópica). Se o tumor do recto estiver em uma fase muito precoce, é viável a cirurgia local através do ano para extirpar apenas o tumor com uma margem suficiente. Evita cirurgias mais agressivas: resecção do recto ou amputação abdominoperineal. Esta cirurgia pode ser realizada diretamente através do ano ou mediante o aparelho TEM (microcirurgia transanal endoscópica).

Quimioterapia e radioterapia no cancro do recto não metastásico antes da cirurgia

Trata-se da administração de radioterapia de intensidade modulada (IMRT) e quimioterapia antes da intervenção cirúrgica.

Procura aumentar o controlo local da doença e favorecer a cirurgia destinada a preservar a função do esfíncter anal. A resposta do tumor ao tratamento está correlacionada com a supervivência.

A IMRT permite administrar exatamente a dose nas áreas que desejamos tratar, reduzindo assim de forma significativa a irradiação de tecidos saudáveis; encurtando o tempo de tratamento e combinando agentes de quimioterapia mais ativos frente o tumor sem incrementar a toxicidade.

Em pacientes com tumores recto distais que implicam amputação do recto (colostomia permanente), é possível realizar um protocolo de quimio-radioterapia que promova uma máxima resposta seguida de uma cirurgia conservadora de esfíncter, como a microcirurgia transanal endoscópica (TEM).

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