Atrás Arritmias cardíacas

TÉCNICAS PARA SOLUCIONAR AS ARRITMIAS

A Unidade de Arritmias da Clínica é uma das unidades com maior experiência no tratamento deste tipo de doença.

Às vezes, as arritmias são totalmente benignas e não precisam de tratamento. Não obstante, a maioria das vezes é necessário tratá-las. Por essa razão, dispõe-se de fármacos específicos denominados fármacos antiarrítmicos.

A Unidade de Arritmias é pioneira em alguma das técnicas que se descrevem a seguir:
 

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A ablação por radiofrequência pode resolver mais de 90% de algum tipo de arritmia.

Algumas arritmias, como as taquicardias paroxísticas ou o flutter auricular podem ser curadas definitivamente com ablação por radiofrequência, um grande avanço no tratamento das arritmias, que soluciona mais de 90% das arritmias. Somente reaparecem menos de 5% dos pacientes.

Após um estudo eletrofisiológico, que consiste em introduzir um eletrocateter nas cavidades cardíacas, é destruído o foco do tecido do miocárdio que causa a arritmia. É um procedimento garantido, relativamente simples e rápido. Elimina definitivamente um grande número de arritmias que de outro modo teria sido difícil de solucionar e o paciente precisaria de um tratamento com fármacos de por vida.

O procedimento realiza-se por punção de uma veia na virilha. Requer anestesia local e o paciente pode ser dado de alta hospitalar em apenas umas horas.

Realiza-se na sala de eletrofisiologia, um espaço que conta com tecnologia de ponta para tratar as arritmias por cateterismo, permitindo um acompanhamento guiado por imagem mais preciso que permite observar os cateteres pelo interior dos vasos e ao mesmo tempo este procedimento reduz consideravelmente as emissões de radiação dos aparelhos convencionais. 

Trata-se de um procedimento combinado que se realiza em pacientes com fibrilação auricular e problemas com o tratamento com Sintrom® ou outros anticoagulantes.

O procedimento consiste em introduzir- através de um cateter e sem necessidade de cirurgia aberta- um dispositivo que faz oclusão de uma cavidade próxima da aurícula esquerda do coração, conhecido como apêndice auricular, em que habitualmente se originam os trombos. Este espaço cardíaco tem forma anatómica de um pequeno saco (parecido com o apêndice cecal) em que se arremansa certa quantidade de sangue quando atravessa a aurícula esquerda, o qual favorece a formação dos coágulos sanguíneos.

Ao fechar a saída do apêndice auricular quando se coloca o novo dispositivo se impede a migração pelo sistema cardiovascular dos trombos que podem originar-se no seu interior. Deste modo, evita-se o risco de que os coágulos atravessem desde o apêndice auricular até ao cérebro, causando um acidente vascular cerebral (icto), entre outras possíveis e graves complicações. De facto, é sabido que 90% dos trombos originam-se neste apêndice auricular esquerdo. 

Crioablação: frio para tratar mais rapidamente as arritmias.

A crioablação é uma técnica avançada para tratar a fibrilação auricular não persistente (paroxística). O maior benefício desta técnica é que o tratamento se realiza por congelação, em um único impacto de energia e de uma maneira mais rápida e eficaz.

O procedimento já foi realizado com êxito nos primeiros pacientes. Até ao momento, o método convencional aplicava impactos de radiofrequência ponto a ponto em todo o perímetro das veias pulmonares, onde se origina a arritmia. 

O médico García Bolao explica em que consiste a fibrilação auricular, o seu tratamento e a sua cura por crioablação

A aplicação do frio realiza-se através de um cateter, introduzindo um balão com óxido nitroso (composto químico usado como fonte de frio) que chega até à intersecção das veias pulmonares com a aurícula esquerda para poder isolar e impedir a propagação do impulso elétrico anormal.

Marca-passo, um pequeno aparelho eletrónico que ajuda o seu coração

Os marca-passos são pequenos aparelhos eletrónicos capazes de analisar o ritmo do coração e tratar as arritmias através de estímulos elétricos. A sua função é suprir as funções do sistema especializado de excitação e condução do coração. Implantam-se, geralmente, sob anestesia local durante quase todo o procedimento.

A recuperação, uma vez realizada a intervenção cirúrgica, é rápida e permite que o paciente seja dado de alta hospitalar em dois ou três dias. Quando esgotadas as baterias, aproximadamente cada seis anos, é fundamental substituir o marca-passo.

A Clínica conta com um sistema para o comando do marca-passo que envia informação diária dos dados técnicos dos dispositivos desde o lugar de residência dos pacientes, permitindo controlar melhor a doença. O programa monitoriza o funcionamento dos aparelhos implantados nos doentes e transmite diariamente os dados técnicos aos cardiologistas através dos telemóveis. 

Desfibrilhador automático implantável

En algunos pacientes con arritmias graves, potencialmente letales, es necesario implantar un desfibrilador automático implantable, que restaura el ritmo cardiaco normal aplicando automáticamente descargas eléctricas.

El desfibrilador controla el ritmo cardíaco permanentemente. Cuando detecta una arritmia, emplea diferentes tratamientos mediante impulsos eléctricos para suprimirla.

Según la gravedad de la arritmia, el desfibrilador aplica de manera automática tratamientos más suaves (estimulación antitaquicardia) o más radicales (cardioversión mediante choque eléctrico), que, ocasionalmente, pueden percibirse por el paciente.

O desfibrilhador subcutâneo permite tratar as arritmias cardíacas graves sem aceder diretamente ao coração.

Em alguns pacientes com arritmias graves, potencialmente fatais, é necessário implantar um desfibrilhador automático implantável, que restaura o ritmo cardíaco normal aplicando automaticamente descargas elétricas.

O desfibrilhador controla o ritmo cardíaco permanentemente. Quando detetar uma arritmia, vai usar diferentes tratamentos através de impulsos elétricos para suprimi-la.

Segundo a gravidade da arritmia, o desfibrilhador aplica automaticamente tratamentos mais suaves (estimulação antitaquicardia) ou mais radicais (cardioversão através de choque elétrico), que, ocasionalmente, o paciente pode sentir.

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